O
natal é uma data empolgante. Nesse período as confraternizações aumentam, se
faz mais festas e a vontade de decorar os ambientes com os tradicionais
símbolos natalinos também cresce. Árvore, guirlanda, presépio, presentes, são
objetos que enfeitam e ajudam a criar o clima mágico do natal. E cada um desses itens tem uma simbologia e
uma história curiosa.
A
árvore de natal, por exemplo, foi criada entre o segundo e o terceiro milênio A.C.,com
a intenção de ser um símbolo e uma expressão de energia e fertilidade, vindos da
natureza. A árvore utilizada era o Carvalho. No inverno, assim que as suas
folhas caiam, os povos colocavam enfeites nele com o intuito de resgatar o
espírito da natureza, que pensavam ter fugido.
A
guirlanda assim como a árvore, é anterior ao cristianismo e foi criada na época
dos gregos e dos romanos. Em cada região ela tinha um significado. Os gregos
utilizavam as guirlandas, nas portas, como um adorno para chamar os deuses. Os
romanos faziam isso para atrair a saúde aos habitantes da casa. Já na Idade
Média, ela servia para a proteção contra as bruxas, demônios e má-sorte.
O
presépio surgiu no século 13. Foi criado por São Francisco de Assis, para
celebrar e tornar o Natal mais realista. Um cenário de palha foi feito, com a
imagem do Menino Jesus e foi exposto em uma missa na Itália com a autorização
do papa. Tamanho foi o sucesso, que fez com que, em pouco tempo, o presépio se
estendesse por toda a Europa, para todas as classes e mais tarde para outros
países.
Hoje,
esses “enfeites” ainda são utilizados, porém com outro significado. E junto com
eles outros artigos de festa, conhecidos como Popper, foram acrescentados com o
intuito de divertir e animar as pessoas.
Nessas comemorações os lança confetes fazem
sucesso, pois lançam papeis, dos mais variados formatos e cores, podendo chegar
a uma altura de mais de 9m. Sprays de neve, serpentinas e objetos de neon também
são boas opções.
Todos
esses itens são meios que ajudam a retratar o Natal e a adornar essa data
festiva que é repleta de alegria e esperança.









